A BNCC, se for aprovada do jeito que está, irá erotizar seu filho

PROFESSORES PROPÕEM BNCC ALTERNATIVA

Uma equipe composta de professores e pesquisadores da educação, residentes em estados diferentes da federação e liderados pela professora pós-doutora Viviane Petinelli e Silva (UFMG/Harvard), produziu uma versão alternativa da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), visando tornar o documento compatível com a previsão legislativa de uma base curricular isenta de questões ideológicas. A comissão também exigiu que a BNCC – aquela que foi proposta pelo Governo -, passe pelo Congresso Nacional, como aconteceu com o Plano Nacional de Educação (PNE), e não fique restrita ao Ministério da Educação (MEC) e ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

Já encaminhamos correspondência aos senadores e deputados federais capixabas, pedindo empenho para que a BNCC do Governo não seja aprovada como está, com a ideologia de gênero explícita. Agora, faremos contato novamente com as bancadas para que essa BNCC alternativa seja considerada, levando em conta o público de crianças e adolescentes para o qual o documento é destinado: de zero a quatorze anos (educação infantil e ensino fundamental) e também os interesses e direitos educacionais dos pais para a educação dos filhos.

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